O Gigante do Delivery no Brasil: Recordes, Disputas e o Desafio da Sustentabilidade 🚀🍕
- Marcelo Barros de Castro
- 11 de mai.
- 2 min de leitura

O mercado de delivery no Brasil vive um momento de contrastes intensos. De um lado, números que impressionam o mundo; do outro, uma queda de braço judicial e operacional que redefine o setor a cada semana.
Recentemente, o iFood atingiu uma marca histórica: mais de 22,2 milhões de pedidos em um único final de semana. Para se ter uma ideia da escala, foram 7,7 milhões de entregas apenas em um sábado. Esses números não são apenas do iFood; eles mostram que o hábito de consumo do brasileiro mudou definitivamente. Especialistas já projetam que o mercado pode dobrar nos próximos dois anos, saltando de 50 milhões para 120 milhões de usuários ativos mensais.
Mas, enquanto os gráficos de crescimento sobem, os bastidores fervem:
1️⃣ A Guerra das Plataformas: A chegada da gigante chinesa Keeta e as recentes disputas no CADE envolvendo a 99Food mostram que o Brasil é o "oceano azul" que todos querem conquistar. A concorrência é feroz e as barreiras de exclusividade estão sob a lupa dos reguladores.
2️⃣ O Lado de quem Ganha: O cliente nunca teve tantas opções, cupons e conveniência na palma da mão. A briga entre os apps gera inovação e preços competitivos para quem pede.
3️⃣ O Lado de quem Sente: No centro desse furacão estão os restaurantes. Se por um lado as plataformas trazem um volume de vendas impossível de ignorar, por outro, as margens estão cada vez mais apertadas. Taxas, comissões e a dependência dos algoritmos criam um cenário de sobrevivência para o pequeno e médio empreendedor. O crescimento do setor é inegável, mas a conta precisa fechar para todos.
Como profissional que atua e depende desse ecossistema, vejo com otimismo a expansão do delivery, mas reforço a importância de um mercado equilibrado. O sucesso de uma plataforma não deve significar o sufocamento do parceiro.
O delivery brasileiro está no topo do mundo, mas o desafio para 2026 é transformar esse volume recorde em lucro real para quem está no fogão e agilidade para quem está na rua.
E você, como enxerga esse momento do delivery? O mercado está melhor para quem consome ou mais difícil para quem produz? 👇



Comentários